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Pacientes do Hemoce participam de ação no Parque do Cocó
Seg, 26 de Junho de 2017 19:00

Os pacientes atendidos pelo ambulatório de hemoglobinopatias do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará – Hemoce, da rede pública do Governo do Estado se reuniram no último domingo (25) no Parque do Cocó para celebrar o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, comemorado no dia 19 de junho. 

Além das atividades de lazer como piquenique e apresentação de palhaços, os pacientes da doença falciforme fizeram uma blitz educativa com faixas e panfletos para alertar a população sobre sintomas e tratamento da doença. “Nós escolhemos o Parque do Cocó porque aqui tem um grande fluxo de pessoas e apesar da doença falciforme ser uma doença antiga é pouco falada e a gente tem a necessidade de levar a informação para as pessoas”, disse Adlene Faustino, enfermeira do ambulatório de hemoglobinopatias do Hemoce.

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Cerca de 30 pessoas entre pacientes e profissionais do Hemoce estiveram presente no evento. A doença falciforme é hereditária e provoca má formação nas hemácias (glóbulos vermelhos). “As células normais são arredondadas e maleáveis. Com as alterações, essas células passam a ter um formato de meia lua ou foice, impedindo a circulação do sangue e oxigênio para tecidos e órgãos, causando várias complicações”, explica o hematologista Osanildo Nascimento. Os principais sintomas são: dores nas articulações, anemia, olhos amarelados, atraso no desenvolvimento e crescimento infantil, inchaço nos punhos, tornozelos, além de aumentar o risco de infecções e AVC. 

Atualmente, o Hemoce atende a 380 pessoas com doença falciforme no hemocentro em Fortaleza e nos regionais do interior do estado. Os pacientes são acompanhados por hematologistas, assistentes sociais, ortopedistas, psicólogos e fisioterapeutas.

Diagnóstico e tratamento

A principal forma para diagnosticar é através do teste do pezinho, que é feito logo nos primeiros dias de vida das crianças. Outra forma é o exame de sangue eletroforese de hemoglobina, que é realizado em crianças com mais de seis meses e em adultos. Quando a doença falciforme é identificada na infância, os pacientes são encaminhados para o Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), também da rede pública do Governo do Ceará. A partir dos 18 anos, o tratamento é feito no Hemoce. Para obterem mais informações sobre exames e diagnóstico, os adultos que têm algum indício de doença falciforme podem procurar o Ambulatório de Coagulopatias e Hemoglobinopatias do Hemoce pelo telefone (85) 3101-2310.

Apesar de a doença não ter cura, o tratamento permanente melhora a qualidade de vida dos pacientes. Através das medicações, acompanhamento com hematologistas e exames periódicos, as chances de ter crises de dores e complicações da doença são bem menores.

Assessoria de Imprensa do Hemoce

Natássya Cybelly

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